clicking on ".burger" toggles class "open" on ".burger"

ARTE COM SENTIDO

Remix - Felizmente Há Luar

Felizmente há Luar, escrito por Luís de Sttau Monteiro, recria acontecimentos do início do século XIX, que permitem denunciar a situação social e política de Portugal da década de 60 do século XX e consciencializar o público para os regimes ditatoriais de Salazar. O povo estava descontente, sentia-se abandonado pela família real, vivia na penúria e as tropas estavam desordenadas.
Gomes Freire de Andrade surge como personagem principal, evocado através da esperança do povo que o caracteriza como um soldado brilhante e defensor dos ideais oprimidos, mas no entanto acusado por alguns de ser “estrangeirado”.
A ideia de levar a cena esta peça surgiu no âmbito do grupo de Teatro Comunitário, que se formou no âmbito da actividade Eco-Teatro da segunda edição do projecto reMix, promovido pelo Teatro Contra-Senso e pela Associação Entremundos, em parceria com a Junta de Freguesia de Marvila, uma iniciativa financiada pelo programa BIP-ZIP da Câmara Municipal de Lisboa.
“Felizmente há Luar” contou com um elenco de 8 jovens do bairro do Armador, em Marvila, por alguns elementos do Teatro Contra-Senso e por elementos do segundo grupo de jovens que participaram no Eco-Teatro, de maneira a fomentar a interligação destes dois grupos e contribuir para o fortalecimento da confiança e do à vontade dos participantes em cena.

Inês Mindi, Diogo Martins, Diogo Passuco, Neide Semedo, Teresa Mindi, Irina Andrade, Pedro Freitas, Jessica Baió, Filipe Castro, Ricardo Almeida, André Lobato, Tobias, Ruben Coelho, Nuno Aranda, Mónica Mendes, André Santos, Bárbara Santos, Ana Almeida, Rodrigo Guedes, Francisco Pinto, Ruben Reis e Miguel Mestre