"A Colina" estreou, encantou e emocionou
Cerca de 500 pessoas assistiram às quatro sessões de “A Colina”, o mais recente projecto do grupo de Teatro Contra-Senso, apresentado entre os meses de Março e Abril, em Lisboa.
A estreia da peça ocorreu no Teatro Armando Cortez, onde o cenário e o guarda-roupa desta arrojada encenação de Miguel Mestre elevaram a imaginação do público até ao final do século XIX, colocando as emoções ao rubro e despertando um misto de horror e compaixão à medida que eram desvendados os segredos de uma família conflituosa e atormentada.
A desvanecer as sombras que pairavam sobre as personagens, um crivo de cor e magia acentuado pela participação da Associação Bucovina, um grupo de folclore romeno, num verdadeiro encontro de culturas em prol da arte de Talma.
As apresentações continuaram a conquistar o público no auditório Fernando Pessa, no Espaço Municipal da Flamenga, acolhendo novamente críticas muito positivas por espectadores.
A sessão do dia 28 de Março contou com uma exposição de fotografia da autoria de Cláudia Morais, a vencedora do concurso de fotografia que concebeu a imagem promocional d’A Colina.
Por sua vez, na sessão do dia 4 de Abril, o Grupo de Teatro Contra-Senso decidiu aliar a magia de fazer teatro ao sonho de construir um mundo melhor, pelo que €1 por cada bilhete vendido reverteu a favor do projecto da Associação Sol sem Fronteiras, “Educação na Esperança”, que consiste na construção de um lar para 50 meninas em Itoculo, Moçambique.
A Colina voltará a estar em cena no dia 30 de Maio, na 5.ª edição do Festével, o já conhecido Festival de Teatro de Amadores do Concelho do Cartaxo.